domingo, 8 de setembro de 2013


Existem muitos termos que são utilizados no dia a dia pura e simplesmente para causar comoção positiva quando são ditos.

AMOR e ESTRATÉGIA são bons exemplos de termos erroneamente utilizados, muitas vezes por puro desconhecimento das palavras-chave e que nem sempre as boas intenções suprem a falta de conhecimento. 

Amar é um dos verbos mais utilizados em nossos dias: "Amo meu carro", "amo meu filho", "amo sorvete de doce de leite". Mas será que AMAMOS mesmo tudo isso?

Não irei discorrer sobre amor, isso não é minha expertise. SE você quiser adensar o tema, recomendo que vejas esse vídeo AQUI.

Falarei sobre Estratégia.

Estratégia é um dos jargões administrativos mais utilizados da atualidade (embora muitos ainda usem-no de  forma catatônica, sem conhecer seu significado real e seu potencial).

O primeiro passo para que possamos maximizar o potencial de qualquer coisa é COMPREENDÊ-LA.  

De acordo com Mintzberg,  “Estratégia é a Forma de pensar no futuro, integrada no processo decisório, com base em um procedimento formalizado e articulador de resultados”.
Que possamos pensar a estratégia, pensando em suas múltiplas nuances.

Que possamos ESTRATEGICAR, que é o ato de pensar estrategicamente.
Que aprendamos a estrategicar , então, ESTRATEGICANDO.
Que possamos praticar um PENSAMENTO ESTRATÉGICO CRÍTICO. 

Para ilustrar o pensar estrategicamente, deixo-os com o trecho de um filme onde a personagem PRATICA tal pensar:

sábado, 7 de setembro de 2013

Até meados dos anos 1990 do século passado, a busca por dados era tão (ou mais ) importante que a necessidade de torná-los “informativos”.  Os dados oriundos de fontes confiáveis eram transformados em informações sem o devido tratamento nem a devida preocupação em torná-los “inteligíveis”, sem a preocupação de serem compreendidos pelo grande público.

A informação, muitas vezes, ficava restrita a ambientes específicos.

A “Era da especificidade” corria a pleno vapor.

Com a massificação do uso da internet vimos a velocidade e a generalização de dados difundidos aumentarem exponencialmente. Pessoas das mais variadas formações passaram a ter acesso aos dados restritos a, outrora, nichos específicos.

Inicia-se a “Era da Generalização”.

Dados eram disseminados sem serem tratados devidamente, sem serem devidamente ordenados e organizados de forma a se tornarem INFORMATIVOS para o grande público cada vez mais ávido por notícias.

A utilização de sites e redes sociais fez com que as informações fluíssem com maior rapidez, mas ficassem cada vez mais rasas, suprindo a necessidade por atualizações constantes. A VELOCIDADE passa a ser mais importante que a QUALIDADE.

O excesso de informação passa a gerar uma confusão na absorção dessas informações, que não é tão nítida nem em casos razoavelmente simples. O consumo por informação torna-se maior e mais disperso, porém o conhecimento diminui.

Uma das consequências do excesso de informação é que, ao invés de informar, ele acaba desinformando, uma vez que o desejo ou a necessidade de acompanhar todas as notícias e, naturalmente, não consegui-lo, faz com que não haja clareza no que é relevante ou não e, por isso, nada seja visto a fundo ou com a atenção necessária.

Inversamente proporcionais, VELOCIDADE e QUALIDADE passam a ser ingredientes basilares da “Era da Desinformação” que nos encontramos atualmente.

Nesse contexto, o pensamento reflexivo torna-se uma estratégia cognitiva na filtragem e análise de dados.
Após coerentemente analisados os dados, o problema passa a ser então difundir as informações para o grande público que se acostumou mais a ver que ler.

Contar uma história através de imagens torna-se o “Santo Graal” dos tempos Hipermodernos.

A Visualização de Dados passa a ser ferramenta primordial para que os dados “transformados” em “informações úteis” possam ser compreendidos em suas essências.

Não entendeu o texto? Quer que eu desenhe? 
Acho melhor ver o vídeo abaixo: